sábado, 11 de janeiro de 2014

Belezas

Este vídeo é daquelas coisas que nos dão um valente soco no estômago e que, depois, nos apelam a ser melhores seres humanos.
Gostava que dispusessem de 13 minutos do vosso tempo para ver o testemunho desta jovem.
É de uma simplicidade tocante e de uma força brutal.
Como conseguimos usar a nossa liberdade de expressão de forma tão cruel?
Que prazer podre nos dá maltratar alguém simplesmente por causa da sua aparência?
Que sentimento torcido é este de satisfação pessoal?
Perderemos nós mais tempo a maldizer ou a bendizer?
Se é o primeiro, não serão recursos e tempo nossos perdidos?
A crítica construtiva é fundamental. Mas é esta que nos guia?
Ou a crítica destrutiva vai-nos minando?
Não é melhor acarinhar, cuidar, apoiar, ajudar? Não nos fará mais felizes?
Contribuímos para um mundo melhor?

"What defines you as a person?"
*
"I use their negativity to light my fire to keep going"
*
"Please just do the world a favour, put a gun to your head and kill yourself. Think about that... if people, strangers told you this"

 



domingo, 5 de janeiro de 2014

O poder do sorriso e da boa educação...

... e pouco mais acrescento do que achar que um dos melhores feitos de uma pessoa em vida - e barómetro da sua excelência - é quando pela sua postura se torna respeitado e admirado unanimemente, até mesmo pelos seus adversários.

 
Até sempre

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

As visitantes indesejadas...

... de seu nome nostalgia e melancolia.

Pontuam aqueles momentos melancólicos (até lhes chamo parvos) que nos agarram nostalgicamente ao ano passado.
Parvos porque não deixa de ser somente um dia a seguir ao outro...

But mooving on... a great year ahead... I hope... I wish...

To reinforce it...
 

 
 

 
 

 

 



 
 



 




segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Um mundo de pequenas coisas boas

A 17 de Agosto de 2013 começou esta aventura.
Alguma referência tinha de lhe fazer porque foi um projecto de amor-próprio.
Não foi uma passa no reveillon 2012, não era um objectivo para 2013.
Mas surgiu a ideia, quase do nada, incentivada por alguns amigos.
Estou feliz com este cantinho de escrita, muito meu e outro tanto vosso.
Obrigada por me lerem. Por lhe darem vida.

Há já alguns anos que não faço lista de desejos para o Ano Novo. Por desânimo, por descrédito, por falta de vontade e, por fim, para ver o que o ano novo me reservava. Se pedindo não me era dado, então deixa experimentar não pedir...
Acima de tudo o réveillon era mais uma ocasião para estar com pessoas que gostava. Parece que a vontade esperançosa num mundo melhor saía mais reforçada... e regada :).
Muita coisa boa nos acontece sem a planearmos e esperarmos. E se há objectivos que não se cumprem, outros nascerão no lugar dos ausentes. Quem sabe até melhores.
Amanhã, último dia do ano, vou até ao mar, num cantinho entre ondas e areal, ler os meus momentos felizes que fui colocando num frasco para mais tarde recordar. Sei que vou sorrir tanto...
Será a minha reflexão de esperança para 2014. Se houve momentos maus também os houve bons e são esses que quero recordar num ano de expectativas furadas.
Somos muito mais felizes do que imaginamos e sentimos.
Acho que é esta a minha grande conclusão/lição em 2013. Basta estar atento. Ser dado. E acarinhar.
Fiz novas amizades, reforcei outras, dancei, ninguém me morreu, estou de saúde e tenho trabalho. Gostam de mim. Nos intervalos disto tudo, um mundo de pequenas coisas boas me aconteceu. Só posso ser uma grande felizarda.
A vocês, desejo-vos Amor. Com Amor tudo (melhor) se suporta. Acho.
Não nos iludamos, a tristeza é parceira da alegria. 1 de Janeiro é a seguir a 31 de Dezembro e antes de 2 de Janeiro. A mudança não se dá em datas, mas em instantes. Que os vossos sejam muito felizes e que se apercebam deles.
Façam alguém feliz.
Amem e sorriam. Muito. Para alguém. Com alguém. Por causa de alguém. Por tudo. E por nada.


                                                       Eu vou tentando :)




sábado, 28 de dezembro de 2013

Somos nada.

Somos nada.
Somos muito, muitas vezes tudo para alguém. No entanto, somos nada.
Num instante, naquele segundo, a vida vai-se. E não sabemos as razões do arbítrio da vida. Ou será da morte?
Decidimos alguma coisa? Não decidimos rigorosamente nada?
Somos nada.
Não entendo a razão das mortes que parecem fora de contexto.
Quem prefere abdicar da vida tem as suas razões, serão sempre corajosos para mim.
Mas e os que ainda amam a vida? Porque morrem inexplicavelmente?
Que significado para o universo (?)  tiveram as pessoas que morreram de repente, sem razão aparente? Que foram assassinadas? Que sofreram acidentes mortais? Que morreram em situações completamente estúpidas? Que morreram de fome? Que morreram por falta de cuidados de saúde? Que morreram por negligência médica? Que morreram por uma doença vinda do nada e que não queriam?
Para que nascem se vão ter uma morte sem aparente significado? Como se a vida deles não fosse suficientemente válida para ficar cá mais uns anos...
Porque morrem os bons? E porque vivem tanto tempo pessoas completamente dispensáveis?
Ceifam-se vidas que sorriem para a Vida e que fazem tanta falta por cá.
Não quero mais estrelas no céu, já bastam as que lhe pertencem naturalmente.
Quero as estrelas na terra, as que nos dão ânimo para acreditar num mundo melhor, as que nos dão alento para vencer batalhas sem fim numa guerra que desde o nascimento está perdida.
Somos nada.
E talvez seja por isso mesmo que devamos fazer algo bom e válido por nós e pelos outros enquanto por cá andamos.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Reza a lenda...

... que Spencer Tracy já estaria gravemente doente e que as lágrimas de Katherine Hepburn não faziam parte do guião.
 
 
Katherine Hepburn, que amou profundamente Spencer Tracy e com quem viveu uma belíssima e conturbada história de amor, emocionou-se às lágrimas com esta cena.
 
Das minhas cenas favoritas em todos os filmes que eu já vi.
Não só pelo texto muito bem escrito, pela fantástica mensagem que deixa, mas porque aquelas lágrimas me deixam paralisada de cada vez que revejo a cena. Admito que talvez imbuída no espírito da lenda.
Ao minuto 5:50, o olhar trocado entre eles trespassa a ficção and goes straight to their hearts.
 
Não acredito que haja alguém no mundo que não anseie por uma comunhão desta natureza algures na sua vida.
Acredito que seja isso que mova até a mais empedernida e desiludida pessoa na terra.
Abençoada a pessoa que já o sentiu e o pôde viver e que soube que o sentiu e o viveu.
 


sábado, 14 de dezembro de 2013

Parar para

Há desenhos, fotografias que nos fazem parar... para pensar, para sentir.
Simplesmente nos captam a atenção, seja porque as achamos belíssimas, porque nos intrigam, porque não as conseguimos decifrar, porque as repelimos.
Pela razão que for, fazem-nos parar. E isso vale muito.
Hoje foi esta.